Óculos de grau e barba rala.
O que você vê quando olha nos olhos?
Qual o segredo que carrega?
Quais palavras se lêem, qual mensagem se entrega?
Quem é o homem por trás do espelho
Com esse franzido cenho
Cuja mensagem nos olhos é cega?
Quem me pergunta com tanta simpatia
As palavras que a janela da alma trazia
Tentando encontrar uma causa que agrega?
Quem é a alma perdida
Que de surpresa é trazida
Com a barba mal "fazida"
E aura que de tão grande se navega?
Um cara de trinta
Com a vontade faminta
Com sangue de tinta
Que arrisca e que alega
Um artista a la carte
Um irmão mais antigo
Que ouso em arte
Chamá-lo de amigo.
Para meu novo grande amigo, Samuel.
Verti minha vida, nos cantos, na pia...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Mar e Ilha
Fujo de teu olhar perdido, do teu riso sorriso.
Fujo do teu corpo sujo, dos desejos contidos.
Penso em teu sexo como partida para a volúpia
E parto para minhas alucinações.
Encontro tua cama cheia de convites
E deito-me nela a espera de teu deleite.
Deixo me levar pelas inebriações que tua boca me causa,
E suporto até o final do concúbito para receber os teus gemidos.
À Fabio com carinho
Fujo do teu corpo sujo, dos desejos contidos.
Penso em teu sexo como partida para a volúpia
E parto para minhas alucinações.
Encontro tua cama cheia de convites
E deito-me nela a espera de teu deleite.
Deixo me levar pelas inebriações que tua boca me causa,
E suporto até o final do concúbito para receber os teus gemidos.
À Fabio com carinho
Mar e Ilha
Adiaste o mal do mundo
Quando pisaste em solo fecundo.
Teus cabelos negros como a noite
Arremete-me ao céu estrelado...
Refuta com o serôdio por do sol
Tua voz tão límpida
Ecoa ao alto do outeiro
Para divindar tua existência e tua permanência
Cantas em tua agônia
Por minha ausência
E não sabes que quem suporta tal tamanha falta sou eu pobre miserável.
Te proteges com a distância,
Mas sabeis que terei asas para achegar-te a ti.
À Fabio com carinho
Quando pisaste em solo fecundo.
Teus cabelos negros como a noite
Arremete-me ao céu estrelado...
Refuta com o serôdio por do sol
Tua voz tão límpida
Ecoa ao alto do outeiro
Para divindar tua existência e tua permanência
Cantas em tua agônia
Por minha ausência
E não sabes que quem suporta tal tamanha falta sou eu pobre miserável.
Te proteges com a distância,
Mas sabeis que terei asas para achegar-te a ti.
À Fabio com carinho
Mar e Ilha
Longe estais do meu sexo,
de minha sede voraz, dos impetos, dos meus lábios
porém perto de minhas mãos sedentas.
Dos beijos ávidos, do toque, do cheiro,
de todas as sensções que me permitis.
Procurei não me apegar a tela fria,
nas teclas vazias, nos teus olhos bandidos; e na lembrança de um sonho.
Tolo meu desejo, pois no segundo encontro me tornei pérfido
Passei 72 horras a jorrar litros de ansiedade e perdi-me no coito profundo a alusão com cada detalhe do teu corpo e boca.
Fizeste com que por duas vezes chegaste ao êxtase e ferrozmente fiz com que provaste todo nectar de meu corpo e de minha essência.
Somente para entenderes que te pertenço...
Continua...
de minha sede voraz, dos impetos, dos meus lábios
porém perto de minhas mãos sedentas.
Dos beijos ávidos, do toque, do cheiro,
de todas as sensções que me permitis.
Procurei não me apegar a tela fria,
nas teclas vazias, nos teus olhos bandidos; e na lembrança de um sonho.
Tolo meu desejo, pois no segundo encontro me tornei pérfido
Passei 72 horras a jorrar litros de ansiedade e perdi-me no coito profundo a alusão com cada detalhe do teu corpo e boca.
Fizeste com que por duas vezes chegaste ao êxtase e ferrozmente fiz com que provaste todo nectar de meu corpo e de minha essência.
Somente para entenderes que te pertenço...
Continua...
segunda-feira, 21 de março de 2011
ACALANTO
Deixei-me cair proximo a solidão e lastimei tal estado;
E ela sabiamente disse que as lagrimas seriam em vão;
Que os sentimentos são crueis;
E que as vezes penetram e dilaceram as carnes.
Mas que o estado é propicio, para chegar a monitar suas viceras e o batimento cardiaco.
E ela sabiamente disse que as lagrimas seriam em vão;
Que os sentimentos são crueis;
E que as vezes penetram e dilaceram as carnes.
Mas que o estado é propicio, para chegar a monitar suas viceras e o batimento cardiaco.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Beija Flor
Ora! Haverá um tempo trépido para mais alguma questão?
Não entendeis que fiz com que anjos sobrevoassem tuas dores...
para questionar teus medos?
E mais uma vez não se atentais as cousas claras?
Como és para mim uma predição ao que julguei de minha mocidade...
Poupa-lho-ei do sacrificio e arressarei-lhes teu corpo ao chão.
Desta forma, sabeis que tenho pressa, assim como um felídio a possuis para alimentar sua prôle;
E assim me alimentarei de tuas crises!
Ah! Julgastes que tua mitomania não serias reveladas?
Ou sentencias que teu nome para mim não tem prestígios?
Ah! Caro Cavaleiro do passado onde te apegas!
Vaguei durante 100 anos de minha vida a esperar-te em leitos de cólera
E vêns tu a soprepujar minhas relevâncias?
Pois saibas Caro Cavaleiro... que é desta forma que não faço parte alguma desta súcia!
Ou desta forma como disseste que me protejo... é que sobrevivi durante todos esses anos, sem o teu corpo junto ao meu.
Para abrandar teus medos e anseios, visito-te hoje como um colibri a espantar-te dos maus presságios
Não entendeis que fiz com que anjos sobrevoassem tuas dores...
para questionar teus medos?
E mais uma vez não se atentais as cousas claras?
Como és para mim uma predição ao que julguei de minha mocidade...
Poupa-lho-ei do sacrificio e arressarei-lhes teu corpo ao chão.
Desta forma, sabeis que tenho pressa, assim como um felídio a possuis para alimentar sua prôle;
E assim me alimentarei de tuas crises!
Ah! Julgastes que tua mitomania não serias reveladas?
Ou sentencias que teu nome para mim não tem prestígios?
Ah! Caro Cavaleiro do passado onde te apegas!
Vaguei durante 100 anos de minha vida a esperar-te em leitos de cólera
E vêns tu a soprepujar minhas relevâncias?
Pois saibas Caro Cavaleiro... que é desta forma que não faço parte alguma desta súcia!
Ou desta forma como disseste que me protejo... é que sobrevivi durante todos esses anos, sem o teu corpo junto ao meu.
Para abrandar teus medos e anseios, visito-te hoje como um colibri a espantar-te dos maus presságios
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Ardo
Minha fonte de inspiração caiu
Calado, sofrêgo,
escorregou e caiu em choros contidos,
percebendo a solidão que o rodeia.
Minha fonte secou, pois teu sexo esta longe demais de meu alcance.
Teu perfume já não é o mesmo,
pois nunca o senti entre minhas narinas sedentas.
Minhas mãos passeiam em um gélido corpo,
corpo frio...que não se entusiasma por falta do teu.
Meus olhos derramam uma única lágrima, sem precendentes sem soluços
e na vontade de fazer-te gemer e entenderes o porque que os mortais
possuiem o gozo profundo.
Estimularei teus sentidos, tua pele, tua boca e beijar-lhe-ei os olhos umedecidos,
como se emaranhasse tua alma.
Calado, sofrêgo,
escorregou e caiu em choros contidos,
percebendo a solidão que o rodeia.
Minha fonte secou, pois teu sexo esta longe demais de meu alcance.
Teu perfume já não é o mesmo,
pois nunca o senti entre minhas narinas sedentas.
Minhas mãos passeiam em um gélido corpo,
corpo frio...que não se entusiasma por falta do teu.
Meus olhos derramam uma única lágrima, sem precendentes sem soluços
e na vontade de fazer-te gemer e entenderes o porque que os mortais
possuiem o gozo profundo.
Estimularei teus sentidos, tua pele, tua boca e beijar-lhe-ei os olhos umedecidos,
como se emaranhasse tua alma.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O casamento de Filô Xena e Adamastor pataco
Entendo que foge completamente da linha deste blog, entretanto jamais poderia deixar de postar uma conversa que tive com uma pessoa no messenger.
Mais ou menos assim:
nao esquece de colocar a roupa na maquina antes de ir trabalhar, nao quero ter roupa para passar amanha....
vc sempre me trata como maria, para a sua informação maria é um nome nobre da corte... de napoleao... ou da musica: acorda maria bonita, acorda e vai fazer o café...rsr
me respeite... posso cobrar meus ganha pao, um ticket refeição...rsr
calma ai... agora é maria do sertao...rsr
Oia aqui cumpadi tonhao... Ocê num devi di fazê macarrao com mastumate, pois eu num gosto di tê qui fazê cumida pra modi essa gente toda cume sem me pagá...
carece de ocê vim fazê pra modoce come...ne rsr
hara sô, num carece de ocê me agradece nao meo car-ro amigo, é so dizê que ocê ja quer casar comigo, eu chamo a Marieta, terezinha ca cabaça, Zueleica pionhenta e a Filomena trava bode para sê minhas dama de honra... tu qué casa comigo, amode deu fazê tudo proce?
vô prepará, pé de muleke, paçoca... mais na nossa noite de pac man... o bode vai berrá... e o galo, ahh esse vai cantá nossa serenata de amô... "No dia em que sai de casa minha mae me disse... filho vem ca...rsr
no dia em que eu sai de casa minha mae me disse: vai com seu o viado do seu pai. Passou a mão em meus cabeços, me deu um cascudo e começou falar, por onde você for eu sigo com uma calibre 38 e vou atirar, eu sei que ela nunca compreendeu os meus motivos de sair de la, é que ela sabe que depois que cresce o filho vira trombadinha e quer roubar... Eu nao queria continuar ali mas o meu me ensinou a roubar...
Simplesmente fantástica a criatividade desta pessoa...
Mais ou menos assim:
nao esquece de colocar a roupa na maquina antes de ir trabalhar, nao quero ter roupa para passar amanha....
vc sempre me trata como maria, para a sua informação maria é um nome nobre da corte... de napoleao... ou da musica: acorda maria bonita, acorda e vai fazer o café...rsr
me respeite... posso cobrar meus ganha pao, um ticket refeição...rsr
calma ai... agora é maria do sertao...rsr
Oia aqui cumpadi tonhao... Ocê num devi di fazê macarrao com mastumate, pois eu num gosto di tê qui fazê cumida pra modi essa gente toda cume sem me pagá...
carece de ocê vim fazê pra modoce come...ne rsr
hara sô, num carece de ocê me agradece nao meo car-ro amigo, é so dizê que ocê ja quer casar comigo, eu chamo a Marieta, terezinha ca cabaça, Zueleica pionhenta e a Filomena trava bode para sê minhas dama de honra... tu qué casa comigo, amode deu fazê tudo proce?
vô prepará, pé de muleke, paçoca... mais na nossa noite de pac man... o bode vai berrá... e o galo, ahh esse vai cantá nossa serenata de amô... "No dia em que sai de casa minha mae me disse... filho vem ca...rsr
no dia em que eu sai de casa minha mae me disse: vai com seu o viado do seu pai. Passou a mão em meus cabeços, me deu um cascudo e começou falar, por onde você for eu sigo com uma calibre 38 e vou atirar, eu sei que ela nunca compreendeu os meus motivos de sair de la, é que ela sabe que depois que cresce o filho vira trombadinha e quer roubar... Eu nao queria continuar ali mas o meu me ensinou a roubar...
Simplesmente fantástica a criatividade desta pessoa...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
"deus perveso"
Tua simetria é bem vinda entre meus devaneios
Onde o simples toque na tela fria,
traze-me a possibilidade do coito solitário.
A observar-te desejei fielmente que estiveste em um altar
Onde destinam-se a onipotência a deuses como tú.
Pela obra, pelas atitudes ou pela simples existência.
Talvez desta forma me igualaria a tú, onde tornaste objeto de
minha idolatria, onde obtens meus sonhos que a ti dedico.
Ah! Esta distância que não permite o meu toque... os meus beijos... o meu sexo...
Queria invadir-te, adentrar entre carnes macias.
E sentir o furor onde somente dois corpos exprimem o similar
do desejo, paixão e volúpia.
Como farei eu dissimulado em uma culpa solitária?
Talvez desta forma dedique a ti meus sonhos eróticos e viciosos.
Pois nele serei deus a dedicar-lhe toda essa satisfação.
Não acreditais em desejos a primeira vista?
Ou porque acreditais em termos reles?
Revigora-te a saber que tú hoje tornar-se-á a quem dedicarei minha proficiência.
pois consegui a muito custo descodificar tua alma... tua essência... teu DNA...
Onde o simples toque na tela fria,
traze-me a possibilidade do coito solitário.
A observar-te desejei fielmente que estiveste em um altar
Onde destinam-se a onipotência a deuses como tú.
Pela obra, pelas atitudes ou pela simples existência.
Talvez desta forma me igualaria a tú, onde tornaste objeto de
minha idolatria, onde obtens meus sonhos que a ti dedico.
Ah! Esta distância que não permite o meu toque... os meus beijos... o meu sexo...
Queria invadir-te, adentrar entre carnes macias.
E sentir o furor onde somente dois corpos exprimem o similar
do desejo, paixão e volúpia.
Como farei eu dissimulado em uma culpa solitária?
Talvez desta forma dedique a ti meus sonhos eróticos e viciosos.
Pois nele serei deus a dedicar-lhe toda essa satisfação.
Não acreditais em desejos a primeira vista?
Ou porque acreditais em termos reles?
Revigora-te a saber que tú hoje tornar-se-á a quem dedicarei minha proficiência.
pois consegui a muito custo descodificar tua alma... tua essência... teu DNA...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Terena
Fizeste de tua ausência um pequeno momento de saudade
Onde como lampejos de colera invadirão minha alma
pois lamentam o lugar que eternamente por direito será teu.
Meu coração...
Deixaste a mesa vazia, sem provar o fel do cálice em meios turvos
onde o cansaço de um corpo pende do lado vazio.
Das estribeiras do corrêgo passaste tuas mãos sujas nos olhos;
e não terás a dignidade de me entrever jamais...
Ah! Donzela fria, acalanta teu grito em meus anseios
Mostra-me o uivo dos coiotes e entenderas por que me chamam
de devorador de carnes...
Talvez assim não me sinta infenso por tua ausência, por tua partida...
por teu frenesi.
Onde como lampejos de colera invadirão minha alma
pois lamentam o lugar que eternamente por direito será teu.
Meu coração...
Deixaste a mesa vazia, sem provar o fel do cálice em meios turvos
onde o cansaço de um corpo pende do lado vazio.
Das estribeiras do corrêgo passaste tuas mãos sujas nos olhos;
e não terás a dignidade de me entrever jamais...
Ah! Donzela fria, acalanta teu grito em meus anseios
Mostra-me o uivo dos coiotes e entenderas por que me chamam
de devorador de carnes...
Talvez assim não me sinta infenso por tua ausência, por tua partida...
por teu frenesi.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Namoro
Tiras a roupa e mostra-te.
Talvez desnudo saberei quem verdadeiramente és
Não venhas com mãos sedentas
Pois no teu corpo apenas serei mais um
Não assumas compromissos,
Na verdade não quero compromissos
Quero a sede de apenas tocar todos os dias
Tua alma, teu coração, teu sexo...
Talvez desnudo saberei quem verdadeiramente és
Não venhas com mãos sedentas
Pois no teu corpo apenas serei mais um
Não assumas compromissos,
Na verdade não quero compromissos
Quero a sede de apenas tocar todos os dias
Tua alma, teu coração, teu sexo...
domingo, 8 de agosto de 2010
Coito
Estais sem inspiração pela perda,
em luto por um amigo.
Malogro pelo carinho não trocado,
Pelos abraços e beijos gélidos,
Pelo gozo interrompido,
Pela ênfase da plateia,
Pelo motejo dos espectadores.
Não possuis movimentos próprios.
nem ao menos uma palavra de conforto.
Possuis somente angustias e desaforos.
Possuis a chave do meu coração,
e não entendes que somente tu... és guardião
De meu desespero
Não atentais a tua sorte,
pois a mesma não se comporta como teus atos.
Não se deitai em minha cama,
pois a mesma possui lençois de espinhos,
e não estais preparados para ver o sangue verter.
Vai te emboras! Sumas de minha memória.
Não possuo o teu sexo porque nunca o desejei...
Não experimentei o teu logro porque nele degustaria tua desgraça
e não te amei, porque nunca fostes meu...
em luto por um amigo.
Malogro pelo carinho não trocado,
Pelos abraços e beijos gélidos,
Pelo gozo interrompido,
Pela ênfase da plateia,
Pelo motejo dos espectadores.
Não possuis movimentos próprios.
nem ao menos uma palavra de conforto.
Possuis somente angustias e desaforos.
Possuis a chave do meu coração,
e não entendes que somente tu... és guardião
De meu desespero
Não atentais a tua sorte,
pois a mesma não se comporta como teus atos.
Não se deitai em minha cama,
pois a mesma possui lençois de espinhos,
e não estais preparados para ver o sangue verter.
Vai te emboras! Sumas de minha memória.
Não possuo o teu sexo porque nunca o desejei...
Não experimentei o teu logro porque nele degustaria tua desgraça
e não te amei, porque nunca fostes meu...
quarta-feira, 28 de julho de 2010
O que um amigo pode...
Eu não posso acabar com todos os seus problemas,
dúvidas ou medos,
mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso apagar as mágoas e as dores do seu passado.
nem posso decidir qual será o seu futuro,
mas no presente eu posso estar com você se precisar de mim.
Eu não posso impedir que você leve tombos,
mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar-se.
Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem.
mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens.
Não é de minha alçada tomar decisões por você,
nem posso julgar as decisões que você toma,
mas eu posso apoiar, encorajar e ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar ou impor-lhe limites,
mas posso apontar-lhe caminhos alternativos,
procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar-se,
meios de ser você mesma sem medo de rejeição.
Eu não posso salvar o seu coração de ser partido pela dor.
pela mágoa, perda ou tristeza,
mas posso chorar com você e ajudá-la a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é o como deveria ser,
eu só posso amar você e ser seu Amigo!
Juliana estarei aqui sempre, mesmo distânte...
Eu não posso acabar com todos os seus problemas,
dúvidas ou medos,
mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso apagar as mágoas e as dores do seu passado.
nem posso decidir qual será o seu futuro,
mas no presente eu posso estar com você se precisar de mim.
Eu não posso impedir que você leve tombos,
mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar-se.
Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem.
mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens.
Não é de minha alçada tomar decisões por você,
nem posso julgar as decisões que você toma,
mas eu posso apoiar, encorajar e ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar ou impor-lhe limites,
mas posso apontar-lhe caminhos alternativos,
procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar-se,
meios de ser você mesma sem medo de rejeição.
Eu não posso salvar o seu coração de ser partido pela dor.
pela mágoa, perda ou tristeza,
mas posso chorar com você e ajudá-la a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é o como deveria ser,
eu só posso amar você e ser seu Amigo!
Juliana estarei aqui sempre, mesmo distânte...
Lástimas
Cansei de esperar tua maturidade.
Esperarei a frente do penhasco.
Talvez o remesse e assim definirei tua partida.
Cansei de tuas lamúrias;
Não mais acharás meu ombro no deserto de tuas incertezas.
Mas descobrirás o meu furor em meio as tuas angústias
Talvez eu volte atrás, apenas para definir que nunca fostes tão bom quanto imaginavas.
E se dirigir-lhe a palavara será somente para dizer o que penso sobre sua reles existência.
Esperarei a frente do penhasco.
Talvez o remesse e assim definirei tua partida.
Cansei de tuas lamúrias;
Não mais acharás meu ombro no deserto de tuas incertezas.
Mas descobrirás o meu furor em meio as tuas angústias
Talvez eu volte atrás, apenas para definir que nunca fostes tão bom quanto imaginavas.
E se dirigir-lhe a palavara será somente para dizer o que penso sobre sua reles existência.
domingo, 25 de julho de 2010
Tens
Tens um olhar pequeno
que refuta com a veracidade
Transmite serenidade
E ao mesmo tempo verdade
Tens uma voz tão límpida e fraca
que torna-se robusta ao alto do outeiro
Quando usurpada a honraria
Como lêoa presa em um canteiro
Tens em teu canto verdade
Dentro do altar de tua alma
Edificada no amor
Do desprezo da mulher amada
Tens a delicadeza da flor
e os espinhos da mocidade
Tens a pureza da cor... Tens o segredo da vida
Tens...
Originado do latim, Vera significa verdadeiro
que refuta com a veracidade
Transmite serenidade
E ao mesmo tempo verdade
Tens uma voz tão límpida e fraca
que torna-se robusta ao alto do outeiro
Quando usurpada a honraria
Como lêoa presa em um canteiro
Tens em teu canto verdade
Dentro do altar de tua alma
Edificada no amor
Do desprezo da mulher amada
Tens a delicadeza da flor
e os espinhos da mocidade
Tens a pureza da cor... Tens o segredo da vida
Tens...
Originado do latim, Vera significa verdadeiro
sábado, 24 de julho de 2010
Latente
Pobre eu poeta dilacerado!
em um leito lúgubre
O sangue abrasado, porém o
corpo fúnebre.
Dormente em um sono parasita
profundo...
Em lamentos latentes que
duram um segundo
Pobre miserável sou, que a todo custo faz;
Com os olhos marejados
impingindo o que traz.
Da pena inerte entre os dedos frios,
um poema mórbito, uma
escrita para finados.
O meu sussuro torna-se em
um lamento consternado.
Conducente ao delírio alarmado;
Pois aqui a morte não é
um garoto acanhado.
em um leito lúgubre
O sangue abrasado, porém o
corpo fúnebre.
Dormente em um sono parasita
profundo...
Em lamentos latentes que
duram um segundo
Pobre miserável sou, que a todo custo faz;
Com os olhos marejados
impingindo o que traz.
Da pena inerte entre os dedos frios,
um poema mórbito, uma
escrita para finados.
O meu sussuro torna-se em
um lamento consternado.
Conducente ao delírio alarmado;
Pois aqui a morte não é
um garoto acanhado.
Morena
Eita moça bonita, que faz delirar
Seu andar gracioso, o seu
leve requebrar.
Me deixas tão louco querendo
matar...
Esse desejo doido, de tanto amar.
Passas com teu vestido de tafetá
Enloquecendo o vizinho que
quer se casar.
Faiz os home da roça não
querer trabaiá.
Quando passa com o seu
rebolado que é de matar
Pena que não da bola,
esnoba e vai
Disconfiada da vida, do que
o vizinho é capaz
Devorar teus instintos vazios, sagaz
Pois então somente a observo
de minha janela
Eita moça gostosa, que faiz
delirar...
Estou indo agora ao banheiro
pra poder minha sede matar.
Seu andar gracioso, o seu
leve requebrar.
Me deixas tão louco querendo
matar...
Esse desejo doido, de tanto amar.
Passas com teu vestido de tafetá
Enloquecendo o vizinho que
quer se casar.
Faiz os home da roça não
querer trabaiá.
Quando passa com o seu
rebolado que é de matar
Pena que não da bola,
esnoba e vai
Disconfiada da vida, do que
o vizinho é capaz
Devorar teus instintos vazios, sagaz
Pois então somente a observo
de minha janela
Eita moça gostosa, que faiz
delirar...
Estou indo agora ao banheiro
pra poder minha sede matar.
Meu túmulo
Que estranha potência e a
terra em meu túmulo
Onde cresce uma flor de um mundo
No mundo onde jaz o corpo de
um nobre poeta moribundo
terra em meu túmulo
Onde cresce uma flor de um mundo
No mundo onde jaz o corpo de
um nobre poeta moribundo
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Evasão
Fujo de teu olhar perdido, do teu riso sorriso.
Fujo do teu corpo sujo, dos desejos contidos.
Penso em teu sexo como partida para a volúpia.
E parto para a alucinação como um galdério.
Olho para o teu all star, tua calça surrada.
Imagino-te nu, talvez uma visão privilegiada.
Finjo desprezo, permito-me arrepio.
Mas não deixo a mão ansiada.
Fujo do teu corpo sujo, dos desejos contidos.
Penso em teu sexo como partida para a volúpia.
E parto para a alucinação como um galdério.
Olho para o teu all star, tua calça surrada.
Imagino-te nu, talvez uma visão privilegiada.
Finjo desprezo, permito-me arrepio.
Mas não deixo a mão ansiada.
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