Minha fonte de inspiração caiu
Calado, sofrêgo,
escorregou e caiu em choros contidos,
percebendo a solidão que o rodeia.
Minha fonte secou, pois teu sexo esta longe demais de meu alcance.
Teu perfume já não é o mesmo,
pois nunca o senti entre minhas narinas sedentas.
Minhas mãos passeiam em um gélido corpo,
corpo frio...que não se entusiasma por falta do teu.
Meus olhos derramam uma única lágrima, sem precendentes sem soluços
e na vontade de fazer-te gemer e entenderes o porque que os mortais
possuiem o gozo profundo.
Estimularei teus sentidos, tua pele, tua boca e beijar-lhe-ei os olhos umedecidos,
como se emaranhasse tua alma.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O casamento de Filô Xena e Adamastor pataco
Entendo que foge completamente da linha deste blog, entretanto jamais poderia deixar de postar uma conversa que tive com uma pessoa no messenger.
Mais ou menos assim:
nao esquece de colocar a roupa na maquina antes de ir trabalhar, nao quero ter roupa para passar amanha....
vc sempre me trata como maria, para a sua informação maria é um nome nobre da corte... de napoleao... ou da musica: acorda maria bonita, acorda e vai fazer o café...rsr
me respeite... posso cobrar meus ganha pao, um ticket refeição...rsr
calma ai... agora é maria do sertao...rsr
Oia aqui cumpadi tonhao... Ocê num devi di fazê macarrao com mastumate, pois eu num gosto di tê qui fazê cumida pra modi essa gente toda cume sem me pagá...
carece de ocê vim fazê pra modoce come...ne rsr
hara sô, num carece de ocê me agradece nao meo car-ro amigo, é so dizê que ocê ja quer casar comigo, eu chamo a Marieta, terezinha ca cabaça, Zueleica pionhenta e a Filomena trava bode para sê minhas dama de honra... tu qué casa comigo, amode deu fazê tudo proce?
vô prepará, pé de muleke, paçoca... mais na nossa noite de pac man... o bode vai berrá... e o galo, ahh esse vai cantá nossa serenata de amô... "No dia em que sai de casa minha mae me disse... filho vem ca...rsr
no dia em que eu sai de casa minha mae me disse: vai com seu o viado do seu pai. Passou a mão em meus cabeços, me deu um cascudo e começou falar, por onde você for eu sigo com uma calibre 38 e vou atirar, eu sei que ela nunca compreendeu os meus motivos de sair de la, é que ela sabe que depois que cresce o filho vira trombadinha e quer roubar... Eu nao queria continuar ali mas o meu me ensinou a roubar...
Simplesmente fantástica a criatividade desta pessoa...
Mais ou menos assim:
nao esquece de colocar a roupa na maquina antes de ir trabalhar, nao quero ter roupa para passar amanha....
vc sempre me trata como maria, para a sua informação maria é um nome nobre da corte... de napoleao... ou da musica: acorda maria bonita, acorda e vai fazer o café...rsr
me respeite... posso cobrar meus ganha pao, um ticket refeição...rsr
calma ai... agora é maria do sertao...rsr
Oia aqui cumpadi tonhao... Ocê num devi di fazê macarrao com mastumate, pois eu num gosto di tê qui fazê cumida pra modi essa gente toda cume sem me pagá...
carece de ocê vim fazê pra modoce come...ne rsr
hara sô, num carece de ocê me agradece nao meo car-ro amigo, é so dizê que ocê ja quer casar comigo, eu chamo a Marieta, terezinha ca cabaça, Zueleica pionhenta e a Filomena trava bode para sê minhas dama de honra... tu qué casa comigo, amode deu fazê tudo proce?
vô prepará, pé de muleke, paçoca... mais na nossa noite de pac man... o bode vai berrá... e o galo, ahh esse vai cantá nossa serenata de amô... "No dia em que sai de casa minha mae me disse... filho vem ca...rsr
no dia em que eu sai de casa minha mae me disse: vai com seu o viado do seu pai. Passou a mão em meus cabeços, me deu um cascudo e começou falar, por onde você for eu sigo com uma calibre 38 e vou atirar, eu sei que ela nunca compreendeu os meus motivos de sair de la, é que ela sabe que depois que cresce o filho vira trombadinha e quer roubar... Eu nao queria continuar ali mas o meu me ensinou a roubar...
Simplesmente fantástica a criatividade desta pessoa...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
"deus perveso"
Tua simetria é bem vinda entre meus devaneios
Onde o simples toque na tela fria,
traze-me a possibilidade do coito solitário.
A observar-te desejei fielmente que estiveste em um altar
Onde destinam-se a onipotência a deuses como tú.
Pela obra, pelas atitudes ou pela simples existência.
Talvez desta forma me igualaria a tú, onde tornaste objeto de
minha idolatria, onde obtens meus sonhos que a ti dedico.
Ah! Esta distância que não permite o meu toque... os meus beijos... o meu sexo...
Queria invadir-te, adentrar entre carnes macias.
E sentir o furor onde somente dois corpos exprimem o similar
do desejo, paixão e volúpia.
Como farei eu dissimulado em uma culpa solitária?
Talvez desta forma dedique a ti meus sonhos eróticos e viciosos.
Pois nele serei deus a dedicar-lhe toda essa satisfação.
Não acreditais em desejos a primeira vista?
Ou porque acreditais em termos reles?
Revigora-te a saber que tú hoje tornar-se-á a quem dedicarei minha proficiência.
pois consegui a muito custo descodificar tua alma... tua essência... teu DNA...
Onde o simples toque na tela fria,
traze-me a possibilidade do coito solitário.
A observar-te desejei fielmente que estiveste em um altar
Onde destinam-se a onipotência a deuses como tú.
Pela obra, pelas atitudes ou pela simples existência.
Talvez desta forma me igualaria a tú, onde tornaste objeto de
minha idolatria, onde obtens meus sonhos que a ti dedico.
Ah! Esta distância que não permite o meu toque... os meus beijos... o meu sexo...
Queria invadir-te, adentrar entre carnes macias.
E sentir o furor onde somente dois corpos exprimem o similar
do desejo, paixão e volúpia.
Como farei eu dissimulado em uma culpa solitária?
Talvez desta forma dedique a ti meus sonhos eróticos e viciosos.
Pois nele serei deus a dedicar-lhe toda essa satisfação.
Não acreditais em desejos a primeira vista?
Ou porque acreditais em termos reles?
Revigora-te a saber que tú hoje tornar-se-á a quem dedicarei minha proficiência.
pois consegui a muito custo descodificar tua alma... tua essência... teu DNA...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Terena
Fizeste de tua ausência um pequeno momento de saudade
Onde como lampejos de colera invadirão minha alma
pois lamentam o lugar que eternamente por direito será teu.
Meu coração...
Deixaste a mesa vazia, sem provar o fel do cálice em meios turvos
onde o cansaço de um corpo pende do lado vazio.
Das estribeiras do corrêgo passaste tuas mãos sujas nos olhos;
e não terás a dignidade de me entrever jamais...
Ah! Donzela fria, acalanta teu grito em meus anseios
Mostra-me o uivo dos coiotes e entenderas por que me chamam
de devorador de carnes...
Talvez assim não me sinta infenso por tua ausência, por tua partida...
por teu frenesi.
Onde como lampejos de colera invadirão minha alma
pois lamentam o lugar que eternamente por direito será teu.
Meu coração...
Deixaste a mesa vazia, sem provar o fel do cálice em meios turvos
onde o cansaço de um corpo pende do lado vazio.
Das estribeiras do corrêgo passaste tuas mãos sujas nos olhos;
e não terás a dignidade de me entrever jamais...
Ah! Donzela fria, acalanta teu grito em meus anseios
Mostra-me o uivo dos coiotes e entenderas por que me chamam
de devorador de carnes...
Talvez assim não me sinta infenso por tua ausência, por tua partida...
por teu frenesi.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Namoro
Tiras a roupa e mostra-te.
Talvez desnudo saberei quem verdadeiramente és
Não venhas com mãos sedentas
Pois no teu corpo apenas serei mais um
Não assumas compromissos,
Na verdade não quero compromissos
Quero a sede de apenas tocar todos os dias
Tua alma, teu coração, teu sexo...
Talvez desnudo saberei quem verdadeiramente és
Não venhas com mãos sedentas
Pois no teu corpo apenas serei mais um
Não assumas compromissos,
Na verdade não quero compromissos
Quero a sede de apenas tocar todos os dias
Tua alma, teu coração, teu sexo...
domingo, 8 de agosto de 2010
Coito
Estais sem inspiração pela perda,
em luto por um amigo.
Malogro pelo carinho não trocado,
Pelos abraços e beijos gélidos,
Pelo gozo interrompido,
Pela ênfase da plateia,
Pelo motejo dos espectadores.
Não possuis movimentos próprios.
nem ao menos uma palavra de conforto.
Possuis somente angustias e desaforos.
Possuis a chave do meu coração,
e não entendes que somente tu... és guardião
De meu desespero
Não atentais a tua sorte,
pois a mesma não se comporta como teus atos.
Não se deitai em minha cama,
pois a mesma possui lençois de espinhos,
e não estais preparados para ver o sangue verter.
Vai te emboras! Sumas de minha memória.
Não possuo o teu sexo porque nunca o desejei...
Não experimentei o teu logro porque nele degustaria tua desgraça
e não te amei, porque nunca fostes meu...
em luto por um amigo.
Malogro pelo carinho não trocado,
Pelos abraços e beijos gélidos,
Pelo gozo interrompido,
Pela ênfase da plateia,
Pelo motejo dos espectadores.
Não possuis movimentos próprios.
nem ao menos uma palavra de conforto.
Possuis somente angustias e desaforos.
Possuis a chave do meu coração,
e não entendes que somente tu... és guardião
De meu desespero
Não atentais a tua sorte,
pois a mesma não se comporta como teus atos.
Não se deitai em minha cama,
pois a mesma possui lençois de espinhos,
e não estais preparados para ver o sangue verter.
Vai te emboras! Sumas de minha memória.
Não possuo o teu sexo porque nunca o desejei...
Não experimentei o teu logro porque nele degustaria tua desgraça
e não te amei, porque nunca fostes meu...
quarta-feira, 28 de julho de 2010
O que um amigo pode...
Eu não posso acabar com todos os seus problemas,
dúvidas ou medos,
mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso apagar as mágoas e as dores do seu passado.
nem posso decidir qual será o seu futuro,
mas no presente eu posso estar com você se precisar de mim.
Eu não posso impedir que você leve tombos,
mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar-se.
Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem.
mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens.
Não é de minha alçada tomar decisões por você,
nem posso julgar as decisões que você toma,
mas eu posso apoiar, encorajar e ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar ou impor-lhe limites,
mas posso apontar-lhe caminhos alternativos,
procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar-se,
meios de ser você mesma sem medo de rejeição.
Eu não posso salvar o seu coração de ser partido pela dor.
pela mágoa, perda ou tristeza,
mas posso chorar com você e ajudá-la a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é o como deveria ser,
eu só posso amar você e ser seu Amigo!
Juliana estarei aqui sempre, mesmo distânte...
Eu não posso acabar com todos os seus problemas,
dúvidas ou medos,
mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso apagar as mágoas e as dores do seu passado.
nem posso decidir qual será o seu futuro,
mas no presente eu posso estar com você se precisar de mim.
Eu não posso impedir que você leve tombos,
mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar-se.
Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem.
mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens.
Não é de minha alçada tomar decisões por você,
nem posso julgar as decisões que você toma,
mas eu posso apoiar, encorajar e ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar ou impor-lhe limites,
mas posso apontar-lhe caminhos alternativos,
procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar-se,
meios de ser você mesma sem medo de rejeição.
Eu não posso salvar o seu coração de ser partido pela dor.
pela mágoa, perda ou tristeza,
mas posso chorar com você e ajudá-la a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é o como deveria ser,
eu só posso amar você e ser seu Amigo!
Juliana estarei aqui sempre, mesmo distânte...
Lástimas
Cansei de esperar tua maturidade.
Esperarei a frente do penhasco.
Talvez o remesse e assim definirei tua partida.
Cansei de tuas lamúrias;
Não mais acharás meu ombro no deserto de tuas incertezas.
Mas descobrirás o meu furor em meio as tuas angústias
Talvez eu volte atrás, apenas para definir que nunca fostes tão bom quanto imaginavas.
E se dirigir-lhe a palavara será somente para dizer o que penso sobre sua reles existência.
Esperarei a frente do penhasco.
Talvez o remesse e assim definirei tua partida.
Cansei de tuas lamúrias;
Não mais acharás meu ombro no deserto de tuas incertezas.
Mas descobrirás o meu furor em meio as tuas angústias
Talvez eu volte atrás, apenas para definir que nunca fostes tão bom quanto imaginavas.
E se dirigir-lhe a palavara será somente para dizer o que penso sobre sua reles existência.
domingo, 25 de julho de 2010
Tens
Tens um olhar pequeno
que refuta com a veracidade
Transmite serenidade
E ao mesmo tempo verdade
Tens uma voz tão límpida e fraca
que torna-se robusta ao alto do outeiro
Quando usurpada a honraria
Como lêoa presa em um canteiro
Tens em teu canto verdade
Dentro do altar de tua alma
Edificada no amor
Do desprezo da mulher amada
Tens a delicadeza da flor
e os espinhos da mocidade
Tens a pureza da cor... Tens o segredo da vida
Tens...
Originado do latim, Vera significa verdadeiro
que refuta com a veracidade
Transmite serenidade
E ao mesmo tempo verdade
Tens uma voz tão límpida e fraca
que torna-se robusta ao alto do outeiro
Quando usurpada a honraria
Como lêoa presa em um canteiro
Tens em teu canto verdade
Dentro do altar de tua alma
Edificada no amor
Do desprezo da mulher amada
Tens a delicadeza da flor
e os espinhos da mocidade
Tens a pureza da cor... Tens o segredo da vida
Tens...
Originado do latim, Vera significa verdadeiro
sábado, 24 de julho de 2010
Latente
Pobre eu poeta dilacerado!
em um leito lúgubre
O sangue abrasado, porém o
corpo fúnebre.
Dormente em um sono parasita
profundo...
Em lamentos latentes que
duram um segundo
Pobre miserável sou, que a todo custo faz;
Com os olhos marejados
impingindo o que traz.
Da pena inerte entre os dedos frios,
um poema mórbito, uma
escrita para finados.
O meu sussuro torna-se em
um lamento consternado.
Conducente ao delírio alarmado;
Pois aqui a morte não é
um garoto acanhado.
em um leito lúgubre
O sangue abrasado, porém o
corpo fúnebre.
Dormente em um sono parasita
profundo...
Em lamentos latentes que
duram um segundo
Pobre miserável sou, que a todo custo faz;
Com os olhos marejados
impingindo o que traz.
Da pena inerte entre os dedos frios,
um poema mórbito, uma
escrita para finados.
O meu sussuro torna-se em
um lamento consternado.
Conducente ao delírio alarmado;
Pois aqui a morte não é
um garoto acanhado.
Morena
Eita moça bonita, que faz delirar
Seu andar gracioso, o seu
leve requebrar.
Me deixas tão louco querendo
matar...
Esse desejo doido, de tanto amar.
Passas com teu vestido de tafetá
Enloquecendo o vizinho que
quer se casar.
Faiz os home da roça não
querer trabaiá.
Quando passa com o seu
rebolado que é de matar
Pena que não da bola,
esnoba e vai
Disconfiada da vida, do que
o vizinho é capaz
Devorar teus instintos vazios, sagaz
Pois então somente a observo
de minha janela
Eita moça gostosa, que faiz
delirar...
Estou indo agora ao banheiro
pra poder minha sede matar.
Seu andar gracioso, o seu
leve requebrar.
Me deixas tão louco querendo
matar...
Esse desejo doido, de tanto amar.
Passas com teu vestido de tafetá
Enloquecendo o vizinho que
quer se casar.
Faiz os home da roça não
querer trabaiá.
Quando passa com o seu
rebolado que é de matar
Pena que não da bola,
esnoba e vai
Disconfiada da vida, do que
o vizinho é capaz
Devorar teus instintos vazios, sagaz
Pois então somente a observo
de minha janela
Eita moça gostosa, que faiz
delirar...
Estou indo agora ao banheiro
pra poder minha sede matar.
Meu túmulo
Que estranha potência e a
terra em meu túmulo
Onde cresce uma flor de um mundo
No mundo onde jaz o corpo de
um nobre poeta moribundo
terra em meu túmulo
Onde cresce uma flor de um mundo
No mundo onde jaz o corpo de
um nobre poeta moribundo
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Evasão
Fujo de teu olhar perdido, do teu riso sorriso.
Fujo do teu corpo sujo, dos desejos contidos.
Penso em teu sexo como partida para a volúpia.
E parto para a alucinação como um galdério.
Olho para o teu all star, tua calça surrada.
Imagino-te nu, talvez uma visão privilegiada.
Finjo desprezo, permito-me arrepio.
Mas não deixo a mão ansiada.
Fujo do teu corpo sujo, dos desejos contidos.
Penso em teu sexo como partida para a volúpia.
E parto para a alucinação como um galdério.
Olho para o teu all star, tua calça surrada.
Imagino-te nu, talvez uma visão privilegiada.
Finjo desprezo, permito-me arrepio.
Mas não deixo a mão ansiada.
Vivo... morto! Morto... "VIVO"
Viver intensamente, mesmo que a morte ande sobre os trilhos;
sonhar às vezes, para que as realizações tenham sentido.
Viver intensamente, todos os dias como se fosse o primeiro e o último;
mas ter a certeza das consequências futuras.
Chorar às vezes, desbafar sempre;
e acreditar nos amigos sinceros.
Amar sem apreensão, sem incertezas;
entrentanto, acreditar que sua vida, significa a alguém.
sonhar às vezes, para que as realizações tenham sentido.
Viver intensamente, todos os dias como se fosse o primeiro e o último;
mas ter a certeza das consequências futuras.
Chorar às vezes, desbafar sempre;
e acreditar nos amigos sinceros.
Amar sem apreensão, sem incertezas;
entrentanto, acreditar que sua vida, significa a alguém.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Sôfrego
Sinto desgosto...
Ando indisposto
Profiro agouro
Uso um consôlo...
Tento um conforto
Pois estou quase morto...
No meio desse horto
Faço alvoroço
Tornando-me tedioso
Num momento odioso
Dou-lhe um ósculo
viro-lhe do avesso
E mostro-lhe que posso
Ando indisposto
Profiro agouro
Uso um consôlo...
Tento um conforto
Pois estou quase morto...
No meio desse horto
Faço alvoroço
Tornando-me tedioso
Num momento odioso
Dou-lhe um ósculo
viro-lhe do avesso
E mostro-lhe que posso
Soneto de um vagabundo
Choras de mansinho
Um choro quase lastimável
Como a troca do sol e lua
Que perde o seu reinado
Vives tão sozinho
Que parece um coitado
A dor que te crucia
No lençol amassado
Foges deste pranto
Que consome tuas vísceras
Mas não possuis o domínio
E adormeces em cólera
Perdura teu choro
Mas deixes o trem partir
O destino talves seguir
E tentarás fugir da tua vida o mártir
Um choro quase lastimável
Como a troca do sol e lua
Que perde o seu reinado
Vives tão sozinho
Que parece um coitado
A dor que te crucia
No lençol amassado
Foges deste pranto
Que consome tuas vísceras
Mas não possuis o domínio
E adormeces em cólera
Perdura teu choro
Mas deixes o trem partir
O destino talves seguir
E tentarás fugir da tua vida o mártir
Desejos
Tua juventde tão desejada
Tão ansiada...
Faz com que me perca, entre perversos pensamentos.
Teu riso, teu corpo
tão nítido como o polém
das rosas no horto que vivo
A febre de possuir-te e mostrar-lhe
as estrelas
faz com que penetre em um desejo contínuo, quase ilícito
Teu sexo tão cobiçado
um convite a luxúria de
toda tua existência
Dentro de ti
descubro teus desejos
teus mais íntimos segredos
Dentro de ti
mostro-lhe toda cólera de solidão
Dentro de ti
causo-lhe um furor frenesim
Gemes,
sussuras palavras desconexas...
em uma dança cadenciada que somente
dois corpos suados destiguem a existir
Gritas! Pare!
Sangras em toda tua mocidade
E deves a mim...
somente a mim, o estalar do gozo profundo
Onde adormeces, ofendido, feliz... exausto.
Tão ansiada...
Faz com que me perca, entre perversos pensamentos.
Teu riso, teu corpo
tão nítido como o polém
das rosas no horto que vivo
A febre de possuir-te e mostrar-lhe
as estrelas
faz com que penetre em um desejo contínuo, quase ilícito
Teu sexo tão cobiçado
um convite a luxúria de
toda tua existência
Dentro de ti
descubro teus desejos
teus mais íntimos segredos
Dentro de ti
mostro-lhe toda cólera de solidão
Dentro de ti
causo-lhe um furor frenesim
Gemes,
sussuras palavras desconexas...
em uma dança cadenciada que somente
dois corpos suados destiguem a existir
Gritas! Pare!
Sangras em toda tua mocidade
E deves a mim...
somente a mim, o estalar do gozo profundo
Onde adormeces, ofendido, feliz... exausto.
domingo, 18 de julho de 2010
Olhos Inquietantes
N.T. Eu adoraria responder-te tal questionário, embriagado desejaria... entretando...
permanece ainda a máscara que uso durante anos...
Talvez o seja pelo observar,
ou pelo teu olhar que tanto me inquieta na inabilidade que tenho, vergonhosamente dito, em poder decifrar-te.
Ah! realmente sou teu amigo! Entenderás se te disseres que antes do entardecer já o esperava?
Que antes da inquietude do similar e da simetria de teu rosto... já o esperava?
Certamente que não!
Portanto, não produzo som nem tão pouco ruído meu amigo,
para que entendas, que mesmo antes,
Tú já misturais coisas diversas
Redarguo a alguém do passado, presente e futuro amigo, músico, flautista: Diego
permanece ainda a máscara que uso durante anos...
Talvez o seja pelo observar,
ou pelo teu olhar que tanto me inquieta na inabilidade que tenho, vergonhosamente dito, em poder decifrar-te.
Ah! realmente sou teu amigo! Entenderás se te disseres que antes do entardecer já o esperava?
Que antes da inquietude do similar e da simetria de teu rosto... já o esperava?
Certamente que não!
Portanto, não produzo som nem tão pouco ruído meu amigo,
para que entendas, que mesmo antes,
Tú já misturais coisas diversas
Redarguo a alguém do passado, presente e futuro amigo, músico, flautista: Diego
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Se eu morrer antes de você, faça-me um favor Chore o quanto quiser,
mas não brigue com Deus
Por ele haver me levado.
Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
Se não quiser chorar, nao chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir. ria.
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito
ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
E se tiver vontade de dizer alguma coisa sobre mim, diga somente um frase:
-"Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!.
Ai então, derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituido, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.
Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção do Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz, vendo você olhar para Ele.
E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, sem nenhum véu a separar
a gente, vamos viver em Deus, a amizade que aqui nos preparou para ele.
Você acredita nessas coisas?
Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos com quem soube viver direito.
A amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu...
"Ser seu amigo... já é um pedaço dele..."
Chico Xavier
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