Óculos de grau e barba rala.
O que você vê quando olha nos olhos?
Qual o segredo que carrega?
Quais palavras se lêem, qual mensagem se entrega?
Quem é o homem por trás do espelho
Com esse franzido cenho
Cuja mensagem nos olhos é cega?
Quem me pergunta com tanta simpatia
As palavras que a janela da alma trazia
Tentando encontrar uma causa que agrega?
Quem é a alma perdida
Que de surpresa é trazida
Com a barba mal "fazida"
E aura que de tão grande se navega?
Um cara de trinta
Com a vontade faminta
Com sangue de tinta
Que arrisca e que alega
Um artista a la carte
Um irmão mais antigo
Que ouso em arte
Chamá-lo de amigo.
Para meu novo grande amigo, Samuel.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Mar e Ilha
Fujo de teu olhar perdido, do teu riso sorriso.
Fujo do teu corpo sujo, dos desejos contidos.
Penso em teu sexo como partida para a volúpia
E parto para minhas alucinações.
Encontro tua cama cheia de convites
E deito-me nela a espera de teu deleite.
Deixo me levar pelas inebriações que tua boca me causa,
E suporto até o final do concúbito para receber os teus gemidos.
À Fabio com carinho
Fujo do teu corpo sujo, dos desejos contidos.
Penso em teu sexo como partida para a volúpia
E parto para minhas alucinações.
Encontro tua cama cheia de convites
E deito-me nela a espera de teu deleite.
Deixo me levar pelas inebriações que tua boca me causa,
E suporto até o final do concúbito para receber os teus gemidos.
À Fabio com carinho
Mar e Ilha
Adiaste o mal do mundo
Quando pisaste em solo fecundo.
Teus cabelos negros como a noite
Arremete-me ao céu estrelado...
Refuta com o serôdio por do sol
Tua voz tão límpida
Ecoa ao alto do outeiro
Para divindar tua existência e tua permanência
Cantas em tua agônia
Por minha ausência
E não sabes que quem suporta tal tamanha falta sou eu pobre miserável.
Te proteges com a distância,
Mas sabeis que terei asas para achegar-te a ti.
À Fabio com carinho
Quando pisaste em solo fecundo.
Teus cabelos negros como a noite
Arremete-me ao céu estrelado...
Refuta com o serôdio por do sol
Tua voz tão límpida
Ecoa ao alto do outeiro
Para divindar tua existência e tua permanência
Cantas em tua agônia
Por minha ausência
E não sabes que quem suporta tal tamanha falta sou eu pobre miserável.
Te proteges com a distância,
Mas sabeis que terei asas para achegar-te a ti.
À Fabio com carinho
Mar e Ilha
Longe estais do meu sexo,
de minha sede voraz, dos impetos, dos meus lábios
porém perto de minhas mãos sedentas.
Dos beijos ávidos, do toque, do cheiro,
de todas as sensções que me permitis.
Procurei não me apegar a tela fria,
nas teclas vazias, nos teus olhos bandidos; e na lembrança de um sonho.
Tolo meu desejo, pois no segundo encontro me tornei pérfido
Passei 72 horras a jorrar litros de ansiedade e perdi-me no coito profundo a alusão com cada detalhe do teu corpo e boca.
Fizeste com que por duas vezes chegaste ao êxtase e ferrozmente fiz com que provaste todo nectar de meu corpo e de minha essência.
Somente para entenderes que te pertenço...
Continua...
de minha sede voraz, dos impetos, dos meus lábios
porém perto de minhas mãos sedentas.
Dos beijos ávidos, do toque, do cheiro,
de todas as sensções que me permitis.
Procurei não me apegar a tela fria,
nas teclas vazias, nos teus olhos bandidos; e na lembrança de um sonho.
Tolo meu desejo, pois no segundo encontro me tornei pérfido
Passei 72 horras a jorrar litros de ansiedade e perdi-me no coito profundo a alusão com cada detalhe do teu corpo e boca.
Fizeste com que por duas vezes chegaste ao êxtase e ferrozmente fiz com que provaste todo nectar de meu corpo e de minha essência.
Somente para entenderes que te pertenço...
Continua...
segunda-feira, 21 de março de 2011
ACALANTO
Deixei-me cair proximo a solidão e lastimei tal estado;
E ela sabiamente disse que as lagrimas seriam em vão;
Que os sentimentos são crueis;
E que as vezes penetram e dilaceram as carnes.
Mas que o estado é propicio, para chegar a monitar suas viceras e o batimento cardiaco.
E ela sabiamente disse que as lagrimas seriam em vão;
Que os sentimentos são crueis;
E que as vezes penetram e dilaceram as carnes.
Mas que o estado é propicio, para chegar a monitar suas viceras e o batimento cardiaco.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Beija Flor
Ora! Haverá um tempo trépido para mais alguma questão?
Não entendeis que fiz com que anjos sobrevoassem tuas dores...
para questionar teus medos?
E mais uma vez não se atentais as cousas claras?
Como és para mim uma predição ao que julguei de minha mocidade...
Poupa-lho-ei do sacrificio e arressarei-lhes teu corpo ao chão.
Desta forma, sabeis que tenho pressa, assim como um felídio a possuis para alimentar sua prôle;
E assim me alimentarei de tuas crises!
Ah! Julgastes que tua mitomania não serias reveladas?
Ou sentencias que teu nome para mim não tem prestígios?
Ah! Caro Cavaleiro do passado onde te apegas!
Vaguei durante 100 anos de minha vida a esperar-te em leitos de cólera
E vêns tu a soprepujar minhas relevâncias?
Pois saibas Caro Cavaleiro... que é desta forma que não faço parte alguma desta súcia!
Ou desta forma como disseste que me protejo... é que sobrevivi durante todos esses anos, sem o teu corpo junto ao meu.
Para abrandar teus medos e anseios, visito-te hoje como um colibri a espantar-te dos maus presságios
Não entendeis que fiz com que anjos sobrevoassem tuas dores...
para questionar teus medos?
E mais uma vez não se atentais as cousas claras?
Como és para mim uma predição ao que julguei de minha mocidade...
Poupa-lho-ei do sacrificio e arressarei-lhes teu corpo ao chão.
Desta forma, sabeis que tenho pressa, assim como um felídio a possuis para alimentar sua prôle;
E assim me alimentarei de tuas crises!
Ah! Julgastes que tua mitomania não serias reveladas?
Ou sentencias que teu nome para mim não tem prestígios?
Ah! Caro Cavaleiro do passado onde te apegas!
Vaguei durante 100 anos de minha vida a esperar-te em leitos de cólera
E vêns tu a soprepujar minhas relevâncias?
Pois saibas Caro Cavaleiro... que é desta forma que não faço parte alguma desta súcia!
Ou desta forma como disseste que me protejo... é que sobrevivi durante todos esses anos, sem o teu corpo junto ao meu.
Para abrandar teus medos e anseios, visito-te hoje como um colibri a espantar-te dos maus presságios
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